2º Encontro de Casais

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Fotos de Edimilson Oliveira

Nos dias 10 a 12, segundo final de semana do mês de julho, foi realizado o 2º Encontro de Casais IPCG. O tema do encontro foi “Máscaras do Casamento”, ministrado por Presb. Leomar e pela Regina.

O evento foi alvo de elogios das pessoas que participaram das palestras, visto os importantes ensinamentos passados aos casais no decorrer daquele final de semana; ensinamentos que servirão para vida toda.

Agradecemos a presença dos preletores e pedimos a Deus que continue iluminando seus passos, em nome de Cristo Senhor. Agradecemos também a presença de todos os casais que participaram do encontro, que ouviram os ensinamentos do Senhor naquele final de semana e que, em nome de Jesus, colocarão os estudos em prática, para honra e glória do nosso Deus!

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O Beijo – Cantares de Salomão (II)

Por Fábio Ribas
http://casal20ribas.blogspot.com/search/label/cantares

O Beijo - Cantares de Salomão (II)

“Beije-me ele com os beijos da sua boca; porque melhor é o teu amor do que o vinho. Suave é o aroma dos teus ungüentos; como o ungüento derramado é o teu nome; por isso as virgens te amam” (Ct 1: 2-3).

O beijo desejado pela mulher apaixonada. O verso arrancado do anseio, da espera, da ausência que não se sacia. A mulher apaixonada que expressa claramente os seus desejos, sem jogos ou subterfúgios. A mulher que fala. Nada se insinua, nada se esconde. Tão pouco, ela se coloca no papel de coagida, tímida ou distante. Ela deseja. Não há metáfora no verso, não há ainda comparação alguma. O livro é iniciado com essa lâmina cortante do desejo expresso em toda sua sinceridade. Sim, o desejo feminino pelos beijos da boca do homem amado.

A primeira fala de um ser humano na Bíblia é ocasionada pela admiração. O primeiro verso surge da boca de Adão extasiado pelo vislumbre daquela que agora era “osso dos meus ossos e carne das minhas carnes”. Agora, mais uma vez, o verso da admiração. A admiração que surge do simples, do cotidiano, do comum alcançado pelos olhos de todos nós, mas que poucos, muito poucos são capazes de perceber.

Há prazer na Bíblia e o prazer aqui não é masculino, mas é expresso por uma mulher que não reprime ou esconde aquilo que sente: prazer. Quelquer beijo? O beijo fruto do amor, porque o amor dele por ela é melhor do que o vinho. A qualidade do amor que nos falta à nossa geração carente da embriaguês causada pelo verdadeiro amor. A embriaguês sublime não se encontra nem nos melhores vinhos. É no amor dele para com ela que se identifica o melhor beijo. O beijo profundo, inebriante, prazeroso do amor verdadeiro.

Há prazer sensitivo que se derrama como taça do melhor vinho da boca da mulher amada. O prazer das impressões sensoriais. O corpo dela totalmente envolvido no fato declarado de se encontrar totalmente apaixonada. Paladar, olfato e audição se misturam, agora, numa sinestesia, impulsionados pela força do amor. O perfume dele, suave e leve. O cheiro do corpo do amado que se estende ao nome dele. O nome, um perfume derramado. Que mistura de sentidos! Que celebração do corpo, criação prazerosa de Deus. O corpo, que para muitos filósofos gregos era a prisão da alma, é para Deus digno da ressurreição da carne. A carne retornará. Essa carne cantada, provada, cheirada pela mulher apaixonada não será condenada à terra e nem ao aniquilacionismo. Deus, o criador do nosso corpo, tem um plano maravilhoso para ele e os homens não podem rebaixá-lo à vulgaridade e ao animalismo e, nem tampouco, sublimá-lo à categoria dos seres celestiais que não se entregam uns aos outros em casamento.

Por isso as virgens desejam o corpo do amado, por ser o corpo fonte de prazer e de experiências sensoriais inefáveis àquelas que aguardam castas a vinda do seu amado. Esta exaltação do corpo, da pele, do cheiro, do sabor nos vem inaugurando essa peça de maravilhosa beleza e nos vem dos lábios desejos de uma mulher.

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2º Encontro de Casais da Igreja Presbiteriana Central do Gama

Vem aí em junho, mais um Encontro de Casais da IPCG. O evento ocorrerá nos dias 10, 11 e 12 de junho (de sexta-feira a domingo) na igreja. Os preletores serão Presb. Leomar e Regina. O valor do investimento é de R$ 30,00 por casal.

Vejam a programação:

Sexta-feira, 10 de junho
20h30 – Palestra
22h00 – Cafezinho
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Sábado, 11 de junho
08h30 – Café da manhã
09h – Palestra
10h30 – Cafezinho
11h – Oficina/dinâmica
12h30 – Encerramento
19h – Palestra
20h30 – Dinâmica/social
22h – Jantar
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Domingo, 12 de junho
9h – Escola Dominical
9h15 às 9h50 – Classe em conjunto
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Programem-se desde já e participem!!!

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Cantares de Salomão (I)

Por sugestão de nossa irmã Lorelay, visitei o blog Casal 20 do Rev. Fábio Ribas e me deparei com textos extremamente edificantes.

Em uma conversa via e-mail, o reverendo nos autorizou a postar seu conteúdo. Passaremos aqui uma postagem de uma série de estudos a respeito de Cantares de Salomão, que se encontra postado originalmente em
http://casal20ribas.blogspot.com/search/label/cantares (visitem!).

Deixo aqui um grande abraço ao Rev. Fábio Ribas.

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Cantares de Salomão (I)

Cântico dos cânticos, que é de Salomão (Ct 1:1; Fiel).

Por Fábio Ribas

Qual a gênese da Poesia? Qual a origem da linguagem?

Eugen Rosenstock-Huessy defende a tese de que fomos moldados, impressos ou estampados pela linguagem. A fala moldou o ser humano. Mas a fala de quem? A fala de Deus. Eugen escreveu que “o Homem está reverberando a Palavra… [Deus] é o poder que nos faz falar”. O homem foi “falado pela linguagem”. Enfim, Eugen considerava “a linguagem o campo privilegiado de manifestação do Espírito Santo”.

Assim, por que homens e mulheres durante esta existência fugaz aqui na terra optaram tantas vezes por se expressarem por versos, estrofes, pelo “eu poético”, pelas metáforas, metonímias e demais figuras de linguagem? Por que construíram novas formas de falar para além do comum? Criaram o poema, o soneto, o verso alexandrino. Por que tamanho esforço em se expressar de uma maneira singular, própria, pessoal, extraordinária, universal e eterna? Quem primeiro falou com o homem, para que este, maravilhado, se esforçasse tanto para responder? Essas indagações apenas demonstram que o ser humano sempre soube discernir a natureza sagrada da linguagem.

O Belo exigiu seu ambiente próprio ao autor de Cantares, que, entendo, deparou-se com o amor verdadeiro pela primeira vez, mas não o pode possuí-lo. Seguiremos o texto que diz que esse é o mais sublime dos cânticos e que pertence ao Rei Salomão, então, repetirei: Salomão descobriu o verdadeiro amor, mas não pode usufruí-lo. Semelhantemente ao seu pai, o rei Davi, que não pode construir o Templo por ter as mãos sujas de sangue e violência, ao rei Salomão também foi proibido viver o verdadeiro amor por ter sujado suas mãos com tantos desencontros do amor.

Quantas obras nasceram do sentimento de frustração e impotência? A humanidade foi presenteada com grandes histórias de amor que não puderam se realizar. Desejos ceifados, anseios castrados, que se confundiram com a ficção e com a realidade: “Romeu e Julieta”, “Abelardo e Heloísa” e “Jacó e Raquel” são bons representantes do que estamos falando aqui.

Cantares de Salomão, todavia, dá um passo adiante ao nos apresentar, dentro do tema do amor fracassado, o tema do amor vitorioso, que não se deixou profanar pela sedução oferecida pelo mundo.

O Cântico começou, ouçamos portanto o Poeta cantá-lo!

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1º Encontro de Casais

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Fotos de Edimilson Oliveira

Dia 2 de abril foi realizado no Salão da Igreja Presbiteriana Central do Gama o 1º Encontro de Casais, promovido pelo Ministério de Casais da IPCG.

O evento contou com a presença de 46 casais, dos mais jovens aos mais experientes, que assistiram aos conselhos do Rev. Adail Sandoval, honrado preletor da noite, pastor emérito da Igreja Presbiteriana de Brasília.

O Rev. Adail tratou do tema “Como Sobreviver ao Casamento”, cuja ênfase se deu na comunicação entre o casal com a cultivação, dentre outros pilares, da paciência, humildade (evitando disputas) e da prática atos cotidianos de auxílio mútuo no decorrer da vida.

Após uma rápida dinâmica, dirigida por nossa irmã Fabiana, os participantes serviram-se e confraternizaram-se até o fim do encontro.

Foi um momento abençoado e recheado pelas graças do Nosso Deus, que propiciou confraternização, comunhão e edificação aos casais ali presentes.

O Ministério de Casais agradece a presença do Rev. Adail com sua serenidade que cativa a todos, bem como a presença de todos que participaram do encontro.

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Humor no Casamento!

Recebi do Jóston por e-mail e estou colocando aqui para descontrair.

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Dez mandamentos no Casamento

Postado em 10. fev, 2011 por Josaías Jr in Textos, Traduções

por Douglas Wilson
 por Douglas Wilson
 

Muitos de nós estamos acostumados a ver “dez mandamentos” disso ou daquilo que aparecem em todos os lugares e são aplicados a todos os tipos de empreendimentos humanos. Na realização de negócios imobiliários à caça de alces, gostamos de imitar o Decálogo. Assim, alguns talvez foram atraídos a essa coluna esperando encontrar um “mandamento três” que proíbe a prática deixar meias estendidas no sofá da sala – um tipo de decoração masculina – ou o “mandamento sete” que exige um programa romântico semanal.

Mas isso não é sobre os dez mandamentos do casamento. Precisamos pensar no assunto bem mais importante dos Dez Mandamentos no casamento. A Bíblia nos ensina que, em termos de seu conteúdo, o amor é sempre definido pela lei (Rm 13.8-10). Uma vez que o amor claramente deve existir em cada lar de crentes, em todo casamento cristão, isso significa que a Lei deve sempre ser vista como a bela irmã gêmea do amor, e os dois nunca devem ser separados.

“Não terás outros deuses diante de mim” (Êx 20.3). Um marido deve amar sua esposa menos do que ele ama a Deus. Quando um homem ama a Deus como deveria, isso o capacita a amar aos outros como deveria. Porém, quando uma mulher torna-se um ídolo, ela frequentemente se encontrará sendo maltratada nesse relacionamento. Isso acontece porque o homem que a idolatra tem, com essa atitude, se separado da fonte de toda caridade e graça genuínas, que é, claro, o Pai. “Se alguém vier a mim, e não aborrecer a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs, e ainda também a sua própria vida, não pode ser meu discípulo.” (Lucas 14.26). Um homem não pode ser um discípulo a não ser que ele aborreça a sua esposa e, a não ser que ele seja um discípulo de Cristo, ele não pode aprender a amar sua esposa.

“Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o SENHOR teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a  iniquidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam. E faço misericórdia a milhares dos que me amam e aos que guardam os meus mandamentos” (v.4-6). Esse mandamento menciona o fruto do casamento, contado nas gerações futuras. Uma maneira certa de permitir que o sofrimento visite esses filhos que ainda não nasceram é tolerar qualquer imagem e concepção de Deus e Cristo criada por homens, a fim de manter um lar “piedoso”.

“Não tomarás o nome do SENHOR teu Deus em vão; porque o SENHOR não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão” (v.7). Carregamos o nome de Cristo em tudo o que fazemos. Se somos cristãos, então nossos casamentos são casamentos cristãos. Porém, os casamentos evangélicos modernos são praticamente indistinguíveis dos casamentos incrédulos. Manifestamos a mesma evidência de doenças patológicas em nossos casamentos que as vistas no mundo – divórcio generalizado, preocupação com minhas necessidades matrimoniais, obsessão com sexo, e por aí vai. Carregamos o nome de Deus em vão. Até que aprendamos o que a palavra cristão significa, não entenderemos bem o que o casamento cristão é.

“Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR teu Deus” (v.8-10). O padrão frenético de nossa cultura moderna é subsidiado por maridos que se esqueceram de que têm uma obrigação de dar descanso a todo membro da família e de fazer isso na presença de Deus. Em particular, um marido deveria perceber que o ditado “o trabalho de uma mulher nunca acaba” é falso em sua casa. Uma pessoa em posição de autoridade que não dá descanso não sabe o que o amor é.

“Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o SENHOR teu Deus te dá” (v.12). Pai e mãe gostam de receber honra, mas frequentemente se esquecem de que também são filhos, e que foram colocados como exemplos aos seus filhos sobre como tratar seus avós. Muitas crianças aprenderam a desrespeitar seus pais simplesmente ouvindo a conversa à mesa de jantar. E os pequenos têm grandes ouvidos.

“Não matarás” (v.13). A antítese da malícia que termina em derramamento de sangue é um comportamento de afeição e gentileza. O homem que ama sua esposa como Cristo amou a igreja está demonstrando seu ódio a todo assassinato ímpio. Graças à nossa cultura do aborto, o lar tornou-se o lugar principal em que esse mandamento é desprezado. Mas o lar deveria ser um refúgio de vida.

“Não adulterarás” (v.14). É claro, um marido obedece a Deus aqui ao afastar-se da infidelidade em todas as suas formas e disfarces. Ele põe guarda sobre seus olhos, coração e seu corpo, e recusa todas as ofertas. Ele evita as capas de revistas no caixa do supermercado, fica longe de conversa com mulheres em chats de internet, foge de dormir com outras mulheres, recusa a sonhar acordado sobre estar casado com outra pessoa, e qualquer outra tentação não mencionada.

“Não furtarás” (v.15). Um homem que não providencia alimentação e roupas para sua esposa está roubando dela. Ele lhe deve o suporte financeiro e jamais deve cobiçá-lo (Êx 21.10).

“Não dirás falso testemunho contra o teu próximo” (v.16). A esposa é o próximo mais próximo do marido. Portanto, ele deve ser escrupulosamente honesto com ela o tempo todo. Um esposo e uma esposa devem ser capazes de conversar com o outro sobre tudo.

“Não cobiçarás a casa do teu próximo, não cobiçarás a mulher do teu próximo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo” (v.17). Um homem feliz em seu casamento nunca desperdiçará nada de seu tempo olhando desejosamente  por cima do muro dos outros. Ele não cobiçará o cortador de grama do outro, a esposa tomando banho de sol, o carro, a casa, as habilidades de jardinagem ou qualquer coisa pertencente a seu vizinho.

Faça isso e você fará bem.

Traduzido por Josaías Jr | iPródigo | Original aqui

O texto foi retirado do site  www.iprodigo.com

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Entrevista com Casal: Ludmila e Daniel

Lua de Mel

O Ministério de Casais da IPCG realizou a primeira entrevista do quadro “Entrevista com Casal” no dia 20 de março de 2011 com a Ludmila e o Daniel. Vieram de Minas Gerais e já estão participando ativamente na vida da igreja. Que Deus continue guiando e abençoando esse casal, amém!

1. Nome completo e cidade natal.
Esposo: DANIEL GUSTAVO SILVA, Belo Horizonte.
Esposa: LUDMILA LOPES R. SILVA, Ipatinga/MG.

2. Data e local do casamento.
Casal: 20 de dezembro de 2008, Ipatinga/MG.

3. Como vocês se conheceram e a quanto tempo se conhecem?
Casal: No Show do Petra, no ano de 2003 em Ipatinga através de um amigo em comum. Nos conhecemos em 2003, mas fomos namorar só em 2006.

4. Qual a primeira coisa que chamou sua atenção no seu companheiro(a) quando se conheceram?
Esposo: Primeiro a Beleza física, depois, o caráter.
Esposa: Os olhos, depois o caráter.

5. Descreva a emoção que sentiu no dia do seu casamento?
Esposo: Indescritível… senti de tudo um pouco, até chorei.
Esposa: Apesar de estar realizando um sonho, eu estava anestesiada. Acho que me deram alguma coisa, no café da manhã, eheheheh!

6. O que é casamento para você?
Esposo: Complemento para nossas vidas em todos os aspectos.
Esposa: Idem…

7. O que é mais difícil na vida a dois?
Esposo: Se entender, chegar a um acordo, aceitar as diferenças, conhecer melhor a pessoa.
Esposa: Chegar a um acordo, principalmente quando há diferenças com relação a criação de cada um.

8. O que é mais fácil na vida a dois?
Esposo: Se divertir, se ajudar, alegrar um ao outro.
Esposa: Somar forças, um investir no sonho do outro. Agradar o Daniel, principalmente no que diz respeito à culinária.. eheheheh!!!

9. Quais as três maiores qualidades que seu cônjuge possui?
Esposo: Sinceridade, simplicidade, vitalidade (além da beleza, como já foi falado).
Esposa: A sinceridade, o companheirismo, e o colo mais gostoso do mundo, eheheheh!!!! Deixa a minha mãe ver isso…

10. Descrevam em poucas palavras uma característica positiva da união de vocês.
Casal: A principal delas é o fato de comungarmos a mesma fé, que torna fácil todas as dificuldades que enfrentamos.

11. Deixe um conselho, versículo ou mensagem para os casais.
Casal: Orem, leem Bíblia juntos e conversem, né?

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Como Sobreviver ao Casamento

Fonte: Discovery Channel

Convidamos vocês para o primeiro encontro de casais de 2011 onde estaremos estudando sobre relacionamentos no casamento.

O tema será ministrado pelo Rev. Adail Sandoval. O encontro será realizado no dia 2 de abril de 2011 às 19h30 no Salão da IPCG.

O valor é de apenas 10 reais por casal, sendo que CASAL VISITANTE NÃO PAGA.

Esperamos todos lá!

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Cada Qual Ame e Honre o seu Cônjuge

por Martinho Lutero

Leia em sua Bíblia: Efésios 5.31-33

Não obstante, vós, cada um de per si, também ame a sua própria esposa com a si mesmo”. (v. 33)

Nem de longe chegarmos a um amor tal como esse, pois, como se diz, é demasiado sublime e grandioso. E assim como o casamento terreno é pequeno, também o amor que existe nele é pequeno em comparação com o casamento celestial. Temos que satisfazer-nos em seguir esse exemplo e viver de acordo com o modelo desse casamento, de sorte que, no estado matrimonial, cad um se disponha a pôr em prática e demonstrar seu amor para com a sua noiva ou esposa. E se houver nela algum defeito ou falha, que ele não leve isso a mal, mas use de bom senso, dizendo: “Como devo proceder? Ela é minha noiva. A essa altura preciso, na medida do possível, encobrir, purificar, enfeitar e melhorar e, nesse pequeno casamento, demonstrar o pequeno amor, como Cristo demonstra seu grande e indizível amor por sua noiva, a igreja, de quem também sou membro”.

Além disso, no estado matrimonial compete também à mulher, não somente amar o marido, mas, também, ser obediente e submissa, imitando o exemplo da união Cristo-igreja e pensando assim: “Meu marido é imagem do verdadeiro Deus e grande cabeça Cristo, por amor de quem vou respeitá-lo e fazer o que lhe agrada”.

Semelhantemente, o marido, por sua vez, deve amar sua esposa de todo coração, por causa do grande amor que vê em Cristo, dizendo assim: “Nem eu nem ninguém jamais amou assim. Por isso, segundo o exemplo de Cristo, quero, na medida de minhas capacidades. Amar a minha esposa como a minha própria carne. Cuidando, alimentando e servindo-a, evitando ser rude e excêntrico para com ela. Ao contrário, se ela não for perfeita e cometer alguma falha, vou usar de bom senso e ter paciência”. Esse, então, deixaria de ser um matrimônio terreno e humano ou racional para ser um matrimônio cristão, divino, desconhecido dos pagãos. Porque esses não percebem a grande glória e honra do matrimônio, que se trata duma imagem da sublime união espiritual de Cristo. Por isso cabe a nós, cristãos, honrar e exaltar muito mais esse estado, pois sabemos e conhecemos o esplendor e a glória conferidos a este estado.

(esse texto foi retirado do sitio http://monergismo.com)

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